O que é o regime híbrido do Simples Nacional?
É um cenário em que parte dos tributos permanece no DAS e IBS/CBS ficam fora do Simples, permitindo avaliar crédito tributário, carga efetiva e impacto comercial para clientes B2B.
Informe faturamentos por anexo, mês ou ano, separando B2B e B2C. A calculadora soma a receita bruta anual, identifica a faixa de cada anexo e compara quanto você pagaria no DAS no Simples Nacional puro e no modelo híbrido com IBS/CBS fora do Simples, ano a ano. No híbrido, ela também estima o crédito que seus clientes B2B poderiam aproveitar, abrindo uma leitura mercadológica além da tributária.
O que ela responde
Mostra se o cliente tende a pagar menos no Simples puro ou se o híbrido pode fazer sentido comercialmente por gerar crédito para clientes B2B.
Pagar menos x gerar mais crédito Como ela pensa
Parte da receita, encontra a faixa do anexo, aplica a partilha do DAS e projeta a transição do IBS/CBS por ano fiscal.
faixa x partilha x ano Onde ela ajuda
Ajuda a discutir preço, margem, crédito gerado para clientes B2B, impacto de insumos e escolha entre puro e híbrido.
tributo x crédito x margem O que não faz sozinha
Não substitui validação contábil ou jurídica. Fator R, exceções setoriais e enquadramentos especiais ainda exigem revisão técnica.
simulação antes da decisão | Atividade | Anexo | Período | B2B | B2C | Total | Insumos | Faixa | Alíq. | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| R$ 60.000,00 | 3a | 11,05% |
B2B e B2C são informados separadamente para calcular a receita total e estimar o crédito que clientes empresas poderiam aproveitar no cenário híbrido.
Comparação direta
Em 2027/2028, no Simples Nacional puro você paga R$ 6.630,00 por mês. No híbrido, você paga R$ 9.232,85 por mês.
Receita bruta anual
R$ 720.000,00
Soma anualizada de todas as linhas
Credito gerado para os Clientes B2B
R$ 3.174,37
R$ 38.092,46 ao ano no híbrido
Simples Nacional Puro (2027/2028)
R$ 6.630,00
R$ 79.560,00 ao ano
Híbrido (2027/2028)
R$ 9.232,85
R$ 110.794,25 ao ano
2027/2028
Selecionado2029
2030
2031
2032
2033+
| Atividade | Anexo | Faixa | Receita mensal | Alíquota efetiva | SN Puro | Híbrido | Diferença |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Receita principal | Anexo III | 3a | R$ 60.000,00 | 11,05% | R$ 6.630,00 | R$ 9.232,85 | R$ 2.602,85 |
| Total do ano fiscal selecionado (2027/2028) | R$ 60.000,00 | 8,82% | R$ 6.630,00 | R$ 9.232,85 | R$ 2.602,85 | ||
Tabelas de alíquota nominal e parcela a deduzir baseadas na tabela 2026 da Contabilizei. A estimativa da parcela substituída por IBS/CBS usa percentuais de repartição do DAS como premissa simplificada e deve ser validada em casos reais, especialmente em Anexos IV/V, fator R, ISS máximo e regras setoriais. O rodapé traz o total do cenário selecionado; a leitura por linha é uma estimativa por atividade.
Nem sempre a melhor resposta é “pagar menos imposto hoje”. Às vezes o híbrido pesa mais no caixa, mas melhora a venda para clientes que valorizam crédito cheio e conseguem aproveitá-lo na cadeia.
Quando o Simples Nacional puro fica mais leve, a ferramenta ajuda a sustentar a permanência no DAS sem entrar cedo demais numa operação mais complexa.
A mesma empresa pode ter respostas diferentes conforme a mistura de clientes e o volume de insumos aproveitáveis. Por isso a entrada é separada por linha e por perfil de receita.
Ela serve para orientar decisão de preço, negociação comercial, desenho societário, estratégia de clientes e momento de migrar para o híbrido ou permanecer no puro, com base também no crédito repassável ao mercado B2B.
O objetivo aqui não é decorar a reforma. É transformar regra tributária em leitura de negócio: quanto sai do DAS, o que continua dentro dele, o que migra para IBS/CBS e que tipo de cliente torna essa escolha mais inteligente.
Parte da alíquota efetiva do anexo, aplica a faixa correta pela RBT12 e abre a partilha do DAS para mostrar o peso de cada tributo dentro do total.
Decisão apoiada: permanecer no DAS sem romper simplicidade operacional.
Mantém no DAS os tributos residuais do ano e leva IBS/CBS para fora, com crédito sobre insumos e crédito gerado para os clientes B2B da empresa.
Decisão apoiada: avaliar se o crédito compensa a complexidade, a carga e melhora a competitividade comercial.
Usa a lógica de transição da reforma: CBS entra primeiro e o IBS cresce ao longo dos anos, enquanto ICMS/ISS vai perdendo peso até a substituição completa.
Decisão apoiada: escolher o melhor momento para mudança.
O ganho real depende de quem compra de você. Quanto mais cliente B2B e mais insumo com crédito, mais o híbrido pode ganhar força como instrumento de venda e posicionamento.
Decisão apoiada: preço, margem, crédito ao cliente e argumento comercial.
Lei Complementar 214/2025 e Lei Complementar 227/2026: base normativa da reforma do consumo e da transição do IBS/CBS.
Portal da Receita Federal sobre a reforma: referência para o cronograma de transição entre ICMS/ISS e IBS.
Tabelas de partilha do Simples: usadas para decompor a alíquota total do DAS por tributo e por anexo.
Premissas de simulação: a ferramenta simplifica cenários reais para dar velocidade de análise. Sempre revise antes de transformar em decisão definitiva.
É um cenário em que parte dos tributos permanece no DAS e IBS/CBS ficam fora do Simples, permitindo avaliar crédito tributário, carga efetiva e impacto comercial para clientes B2B.
Pode fazer sentido quando a empresa vende para clientes B2B que valorizam créditos tributários, tem insumos com crédito aproveitável e consegue transformar crédito em argumento comercial ou preço.
Não. A ferramenta organiza cenários para planejamento e tomada de decisão, mas não substitui validação contábil, jurídica ou tributária sobre enquadramento, Fator R, anexos e exceções setoriais.
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A Business Consultoria cruza regime tributário, precificação, margem e fluxo de caixa para apoiar decisões financeiras sustentáveis.